Bem-vindo!

Aqui você encontrará informações sobre Santo Agostinho.

Onde nasceu?

Quem foi?

Como foi sua formação e qual a influência que recebeu de seus pais?
Qual sua importância dentro do Catolicismo e como influenciou o Maniqueísmo?

Certamente você ficará admirado com a vida deste homem e com o exemplo de vida que ainda hoje influencia muitas pessoas, católicas ou não.

 

 

 

O BEM E O MAL PARA

SANTO AGOSTINHO

 


 

Não basta fazer coisas boas - é preciso fazê-las bem.

Santo Agostinho

      Santo Agostinho (354-430), um dos grandes expoentes da filosofia cristã, está inserido em uma realidade na qual o Cristianismo acaba de se tornar a religião oficial do Império Romano e ainda não tem bases doutrinais sólidas. Tempo de heresias. Em algumas, Agostinho teve papel fundamental em seu combate, como no maniqueísmo e no pelagianismo. Contra o maniqueísmo, que afirmava que o Bem (espírito) e o Mal (matéria) eram forças coeternas, opostas e em luta, Agostinho resolveu o problema do mal, desvinculando-o totalmente de Deus, (o Sumo Bem criador de tudo) e constatando que a culpa da presença do mal no mundo deve-se ao mau uso que fazemos de nosso livre arbítrio, causando, assim, mal moral ou pecado. O mal físico seria, portanto, apenas um desdobramento do pecado.

 


 

I. A não relação entre Deus e o mal segundo a noção do não ser


Ao lermos Agostinho, percebemos que um dos maiores problemas de sua filosofia e teologia é superar a contradição entre a existência de Deus e a do mal. Ele, como filósofo cristão, teve um grande cuidado com esta questão, uma das mais debatidas em toda a sua vida e obra. Portanto, nada melhor que procurarmos em Agostinho uma explicação para essa aparente contradição da suposta existência do mal.

 

Ninguém faz bem o que faz contra a vontade,    mesmo que seja bom o que faz.

A certeza de que Deus era o Bem Supremo do qual procediam todas as coisas e de que d’Ele não podia proceder nada que fosse ruim, é um pressuposto elementar da filosofia agostiniana. Com esse pressuposto, Agostinho começa os seus trabalhos à procura da explicação da existência do mal no mundo. Para Agostinho, toda a natureza era boa por ter sido toda ela criada pelo Sumo Bem. O mal não passava de uma falta ou defecção de um bem devido à natureza de uma criatura O modo da resolução desse dilema, ou seja, que Deus é bom, mas o mal existe, é afirmar que o mal não é uma substância, nem corpórea nem incorpórea. Podemos ler isso em um trecho das Confissões: “Procurei o que era a maldade e não encontrei substância, mas sim uma perversão da vontade desviada da substância suprema”.

 

 

 

 

 


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Agostinho tinha de enfrentar alguns paradoxos: se Deus não criou o mal, então não podia mais ser o criador de todas as coisas, pois o mal não seria criação d’Ele. Por outro lado, outra forma, afirmarmos que Deus é criador de todas as coisas, então o mal também estaria entre as suas criações; mas como pode Deus ter criado o mal, se depois do episódio da criação Ele viu que tudo era bom? Agostinho, em seu livro Livre-Arbítrio, escrito em forma de diálogo, começa com uma pergunta feita por Evódio: “Peço-te que me digas, será Deus o autor do mal? ” Ao longo de todo esse diálogo, Agostinho argumenta que Deus não é o autor do mal, pois, de sua natureza boa, só poderia vir o bem. O mal é totalmente afastado de Deus, eximindo d’Ele toda a culpa da existência do mesmo e reconhecendo o mal como pecado: Ambos os interlocutores preservam a soberania, a incorruptibilidade e a imutabilidade de Deus. Evidenciam, além disso, o fato d’Ele não ser o criador do mal.

O mal, portanto, não pode estar em Deus, que é o Sumo Bem, mas somente em suas criaturas, pois o mal é privação ou perversão da vontade que se volta para as criaturas e não para o criador, o que em Deus não ocorre, e a essa perversão Agostinho chama de mal moral ou pecado, como anteriormente descrito. Se o mal é uma defecção, um nada ou uma não substância, sua origem não está no cosmo ou em Deus, mas sim no homem, onde se situa a raiz do mal moral, ou pecado, origem e fonte de todo o mal no mundo.


II. O mal moral, causa e efeito do mal

 


Com o auxílio do neoplatonismo, Agostinho chega à conclusão que o mal não é substância, mas o contrário a uma substância. Com essa constatação ele responde a pergunta “o que é o mal?”, mas a resposta dada a essa questão ainda não consegue dirimir totalmente as suas dúvidas. Tanto isso é verdade que no De Libero Arbítrio, Agostinho, antes de responder a questão proposta por Evódio: “qual a causa de praticarmos o mal”, propõe novamente o exame da questão: o que é o mal?

Do ponto de vista ontológico, o mal nada é, mas, quando partimos para o lado da análise moral, o mal é o pecado. Tanto isso é verdade que, o único mal que merece apropriadamente este nome é o pecado. Agostinho acentua que a causa de todos os males, ou seja, de todo o pecado, está na vontade desmedida, uma vontade que atenta para a ordem estabelecida na criação.

O homem sempre será imputado de sua responsabilidade quando agir mal, ou seja, quando não agir em conformidade com a ordem das coisas criadas por Deus. Agostinho sustenta que há no homem uma vontade que é livre, e que do ponto de vista moral, deve ser utilizada para fazer o bem. Se isso não acontecer, ele será o total responsável. Dessa maneira, a responsabilidade pela prática do mal moral (pecado) é exclusiva do homem.

Quando Agostinho afirma que o mal moral é o pecado, ele não está reconhecendo o mal como uma substância, pois o mal continua sendo um não ser. O mal tem aqui uma causa, que é a má vontade humana, que vista em si não é nada, pois, se ela fosse necessariamente, teria de ter sido criada por Deus. O mal não passa do não ser – o pecado, que não é nada mais que o distanciamento do bem, por


parte da vontade do homem livre. É uma aversão a Deus e conversão para a criatura. Dessa maneira o mal é uma má escolha de prioridades. Nos homens, ainda, se encontra o instrumento utilizado para o cumprimento desse mal ( o livre-arbítrio da vontade). A partir de agora o mal não está mais em Deus, mas no comportamento do homem. A vontade corrompida é a que guia o homem ao pecado, ao mal moral. Assim, já que a vontade natural é uma subversão à ordem natural da criação, ela também pode ser considerada um pecado, daí a razão de ser possível sustentar que o pecado é a causa e o efeito do mal. Mas ainda nos resta uma dúvida: e o mal físico, como as doenças, os sofrimentos, a morte, de onde vem? Agostinho não deixa sem resposta tal questão. Tendo em conta que tudo foi criado por Deus e consequentemente tudo foi concebido bom e perfeito, o mal físico é, então, uma consequência do pecado, ou seja, do mal moral. O mal físico, como, por exemplo, as doenças, os sofrimentos e a morte, tem para quem reflete na fé, um significado muito preciso: eles são as consequências do pecado original. São, portanto, consequências do mal moral. A corruptibilidade do corpo não é causa, mas sim pena do primeiro pecado. O livro A natureza do Bem (De natura boni), Agostinho mostra como que o mal físico, como a dor, por exemplo, surge em decorrência do mal moral: “a resistência da vontade a um poder superior produz a dor na alma, e a resistência dos sentidos a um corpo mais poderoso provoca dor no corpo”. Em outra passagem ainda ele nos fala “[...] Ele (Deus), pela justiça do seu poder, extrairá bens dos males, ordenando retamente com penas os que se desordenaram pelos pecados”. Portando, o mal físico não constitui uma nova modalidade de mal, mas, sim, apenas um desdobramento do mal moral, o que deve realmente ser analisado.

 

                                                                                            Aquilo  que a verdade descobrir não pode contrariar aos livros sagrados, quer do Antigo quer do Novo Testamento.                                                                                                                         (Santo Agostinho)

 

 

 


                    

III. A origem do mal no homem

 


Mesmo diante da resposta que o mal não é uma substância, mas a defecção de um bem deparamo-nos com uma nova questão: qual a causa do homem afastar-se do bem? Agostinho responde que o movimento de afastamento do homem do bem está ligado ao pecado. Agostinho parece não querer mais discutir sobre tal assunto, já que parecia que a questão estava elucidada.

Agostinho concorda e observa, posteriormente, em sua obra Livre arbítrio, a necessidade de maiores discussões acerca de tal questão. Aqui devemos nos lembrar que a solução do problema do mal também é um exercício em prol da Fé cristã. Dessa maneira, sua resposta deveria, necessariamente, adequar-se às doutrinas da mesma, além de não causar problemas de cunho teológico. Dito de outra forma: deveria ajudar a construir o edifício da Fé, e não o contrário.

Agostinho procurava ao máximo refutar os maniqueus, que vinculavam a causa da maldade a Deus. O problema do mal deveria estar centrado no homem, e não no Criador.


IV. O livre-arbítrio e a vontade na origem do mal no homem


O que caracteriza o ser humano é a razão, pois esta “é a melhor porção da alma”. Além dos anjos, o homem é o único ser que tem uma alma dotada da faculdade da razão. Por isso, ele é superior aos outros animais, podendo, até, dominá-las. No Livre-arbítrio, em seu diálogo com Agostinho, Evódio ressalta a importância da razão: Evódio evidencia que é mais importante saber que se vive, do que apenas viver. Depois de tal constatação Agostinho em seu segundo livro do livre-arbítrio chega à outra verdade evidente: a de que o homem existe, vive e pensa. A terceira verdade, o que o homem pensa ou tem razão, é a mais importante das verdades, pois é por meio dela que o sujeito pensante sabe que vive e existe. Essa terceira verdade só o homem possui: Mas superior à razão está a Verdade absoluta. A Verdade que, para o Bispo de Hipona, não pode ser buscada no mundo externo, mas no interior do próprio homem. Apesar dessa busca ser feita na interioridade humana, a verdade não pode ser buscada apenas como uma verdade individual, subjetiva. A Verdade é algo superior ao próprio homem, pois está acima da razão humana. As verdades eternas, imutáveis e universais estão presentes e impressas no coração (alma) de todos os homens, mas não como uma espécie de reminiscência, ou recordação (como pensava Platão), mas sim por iluminação divina ou como uma participação. A alma do homem conhece as verdades eternas porque teve uma iluminação divina, mediante uma luz interior, a verdadeira luz, pela qual a razão humana toma a consciência da ordem que está presente no mundo. Agostinho vê, agora, de onde essa Verdade vem. Ela não poderia vir dos sentidos externos. Também não poderia dizer que a Verdade estava na razão, já esta é um meio para alcançá-la. A razão é a mediadora entre o nosso sentido interior e a Verdade que é eterna, imutável e universal. A Verdade, então, não estaria nem fora, nem no interior do homem, mas sim, acima do homem, e ele a receberia por iluminação divina: O homem, então, ciente de ser racional e dotado de vontade livre, deve ordenar seu querer de forma a interagir e conhecer o mundo, com um único intuito: o de chegar à plena Verdade, à verdadeira felicidade, que é Deus.

Diferentemente do eudaimonismo grego, para Agostinho, a única coisa capaz de proporcionar a verdadeira felicidade ao homem é Deus. Por isso deve Ele ser verdadeiramente amado.

Essa busca do homem pela felicidade se encontra em várias obras de Agostinho. No Livre-arbítrio, ele afirma: “Mas na tua opinião haverá um só homem sequer que não queira e deseje, de todos os modos, viver vida feliz?”. Também na Cidade de Deus: “é pensamento unânime que todos quantos podem fazer uso da razão que todos os mortais querem ser felizes”. Mas a forma mais clara do eudaimonismo agostiniano encontra-se no início das Confissões: “Criastes-nos para Vós e o nosso coração vive inquieto, enquanto não repousa em Vós”. A aspiração a Deus não é um ato qualquer mas, sim, um status ontológico, conatural ao homem. Isso por ser uma criatura desse Deus e para ele tender, pois o Criador é a perfeição da criatura. O homem, como ser racional e consciente de seu fim último (Deus), deveria dirigir sua vida para esse fim. Mas não é isso que acontece. Mesmo sendo ontologicamente um ser destinado a Deus, o homem vive no mundo cercado de bens materiais. Estando no mundo, pela razão, ele sabe que não foi feito para esse mundo. Daí surge a questão: de que forma o homem pode usufruir dos bens temporais em vista dos bens eternos? Para Agostinho essa era a situação de Adão quando cometeu o pecado original.

 

Glossário:

Eudaimonismo:eudemonismo ou eudaimonismo (do grego eudaimonia, "felicidade") é uma doutrina segundo a qual a felicidade é o objetivo da vida humana. .

Hierárquica:

Livre-arbítrio:

 

No mundo existe uma ordem hierárquica das coisas, onde algumas são para serem fruídas, por poderem em si nos fazer felizes, e outras devem ser utilizadas para chegar àquelas que nos fazem felizes. Quando o homem faz o uso ilícito de ambas, dá-se o nome de abuso, e o abuso é um pecado, um mal moral. Esta é a perfeição moral: por todas as nossas potências intelectuais, sentidos e vontades, em tudo devemos nos orientar ao amor de Deus. O mal, portanto, não seria nada além do afastar-se desse caminho que leva a Deus, perfeita felicidade.

 

 


 

 

 

 

V. O livre-arbítrio é um bem ou um mal?


 

 

 

 

Chegada então à conclusão de que a origem do mal está no livre-arbítrio da vontade do homem (fim do primeiro livro do Livre-arbítrio) então, Evódio, o interlocutor de Agostinho, fez a mais natural de todas as perguntas.

 

Será que o livre-arbítrio não é uma mal para o homem, já que é por ele que pecamos? Não seria melhor se não o tivéssemos ganhado de Deus? E, sendo ele um presente de Deus, não poderíamos, mesmo que indiretamente, imputar a culpa a Ele pelo mal no mundo, advindo do mau uso do Seu presente?

Demonstrados os princípios, Evódio propõe que eles voltem agora à questão inicial, a saber: “convém considerar a vontade livre do homem entre os bens? Uma vez esse ponto demonstrado, concederei, sem hesitação, que Deus no-la deu e que convinha no-la ter dado”. Agostinho lembra a Evódio que ele não poderia se esquecer que, além dos dois princípios que acabavam de ser demonstrados, há outro princípio: o de que o livre-arbítrio foi dado ao homem para que ele viva retamente, caso contrário Deus não agiria com justiça punindo os infratores e recompensando os justos por terem usado bem o seu livre-arbítrio.

Evódio admite que quem nos deu o livre-arbítrio foi Deus para vivermos retamente, pois, o homem não poderia ser julgado reto ou não se não tivesse a liberdade de escolha em usar tal presente para fazer o bem ou o mal. Apesar disso, ele ainda acha que seria melhor que Deus não nos tivesse dado tal presente, pois sem o livre-arbítrio não pecaríamos, ou então que o livrearbítrio fosse determinado para só podermos agir bem, como acontece, por exemplo, com a justiça e com as chamadas virtudes cardeais: prudência, fortaleza e temperança. São bens que só podem ser usados para se fazer o bem. Quando usamos da justiça, só podemos estar agindo retamente e isso só pode ser um bem. Por isso o exercício das virtudes cardeais, é posto anteriormente por Agostinho como condição para que nossa vontade seja reta. E cita como exemplo as mãos, os pés e os olhos, com os quais o homem pode também pecar, cometendo ações cruéis e vergonhosas, mas nem por isso dizemos que não deveríamos tê-los. Voltando a fazer analogias com os órgãos do corpo, Agostinho mostra que, muito diferente dos bens corporais como os olhos e as mãos, os quais o homem pode até vir a perder, mas mesmo assim continuaria tendo uma vida reta, a vontade é o único bem sem o qual o homem não pode ter uma vida reta. A vontade, portanto, é uma necessidade.

 

Apesar de o livre-arbítrio ser um bem, Agostinho reconhece que ele é um bem médio, pois, por ele, podemos tanto fazer o bem quanto o mal. Para isso ele faz uma hierarquia dos bens no homem. No mais elevado grau estão as virtudes, pelas quais o homem não pode pecar, pois elas ninguém usa mal. Depois vêm os bens médios, que são bens que podem tender tanto para o bem quanto para o mal. Mas o Bispo de Hipona adverte mais uma vez, Diante do que vimos, é errado queremos censurar Deus, por ter criado coisas menos perfeitas, como o livre-arbítrio da vontade que pode levar o homem a pecar. Agostinho nos diz que são absurdas expressões como:    

 

 

Curiosidade.....

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Momento de leitura sobre obras ....

 

 

 

 


“Esta realidade não deveria existir assim”, “Aquela deveria ser de outro modo”, “Gostaria que esta realidade fosse como aquela outra”, ou ainda mais “Esta realidade aqui não deveria existir”, pois no universo criado por Deus tudo obedece à uma ordem hierárquica: todos os seres, por menores que sejam, ocupam o seu devido lugar, como já vimos no capítulo anterior. Toda essa perfeição faz com que nada falte e nada sobre. Desta forma, não devemos dizer que Deus não deveria ter feito isso ou aquilo. Agostinho também afirma que não há como reprovar um vício sem de certa maneira render louvores ao Criador de tudo: “Se, pois, reprovar os vícios é proclamar a beleza e a dignidade das naturezas, mesmo atingidas de vícios, quanto mais deve Deus ser louvado como Criador de todas as naturezas, até por motivo dos vícios dessas naturezas”.

Podemos reprovar o uso que fazemos do livre-arbítrio da vontade humana, mas não o próprio livre-arbítrio, pois ele é um bem. Um bem que Deus nos deu com um propósito: que por amor a Ele livremente escolhamos nos colocar em Suas mãos e assim sermos verdadeiramente livres em seu eterno amor.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

DEBATE   E  REFLEXÃO

 

·                     Crer e compreender

 

Os pensadores cristão buscaram harmonizar a fé com razão. Entretanto, a maioria acreditava ser Fé condição indispensável para a compreensão racional das verdades. Assim, Santo Agostinho.

 

“ COMPREENDER PARAR CRER , CRER PARA COMPREENDER”

 

Qual a sua opinião sobre essa questão...

 

 

                                                  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Caderno de Exercícios

Análise e entendimento.           

       Santo Agostino .

 

1.  Agostino pensava que ser o humano tinha uma inclinação natural para o mal, para os vícios, para o pecado. Discuta e questione o conteúdo dessa afirmação?

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2. Fale sofre as obras de Santo Agostino e que se trata cada uma?

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3. Quais as principais fases da trajetória de Santo Agostino e o que ele reteve dessas fases?

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Sugestão de filme

 

 

 

 

 


 

Santo Agostinho - O Declínio do Império Romano - Filme Completo


https://www.youtube.com/watch?v=ZEe7YV5yJ0o

 

Em 430 DC, a cidade sitiada de Hippo, o bispo de setenta anos Augustino conta a Jovinus, capitão da guarda romana, a   estória de como sua mãe Cristã, Mônica, o salvou. Nascido na cidade norte africana de Tagaste, Augustino estudou em Cártago, se tornando realizado mas dissoluto orador.                                    

Após se converter para o Maniqueísmo, uma religião livre de culpa, ele foi chamado para a corte imperial em Milão para servir como oponente do Bispo Cristão Ambrose. Mas quando a imperatriz Justina envia guardas imperiais para liberar uma basílica onde a própria mãe de Augustino está rezando, ele é vencido para o Cristianismo. 
             De volta em Hippo, Augustino implora ao cerco Romano para negociar com o Rei Vândalo, Genseric, mas ele orgulhosamente recusa. Nesse ponto, ele também, abrindo mão de uma oportunidade para escapar em um navio enviado pelo Papa para resgatá-lo, ele fica ao lado de seu povo.

 

4. Faça um resumo sobre o Filme O Declínio do Império Romano ?

 

             


 

                                           

 Responda:

1. Quem foi Santo Agostinho?E quais escola defendia ?

2.Qual é o pensamento para Santo Agostinho do Bem e do Mal?

3.O que Santo Agostinho fala sobre livre-arbítrio? Explique.

4. Explique qual e a origem do mal para  Santo Agostinho?

5. Explique com suas palavras o que você entendeu sobre  livre-arbítrio, fazendo uma relação com a vontade do homem para Santo Agostinho:

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